domingo, 9 de fevereiro de 2020

A Caligrafia é uma arte...
Aqui ficam alguns exemplos mais significativos da bonita caligrafia dos alunos, professores e AO que corresponderam a este passatempo no Dia da Escrita à Mão.




Os "miminhos" para os participantes estão a ser entregues na Biblioteca! 
DESPLASTIFICA-TE


Mais uma vez a nossa escola contou com a colaboração da DECO Jovem. Uma ação de sensibilização / informação sobre o plástico e como reduzir a utilização do mesmo sobretudo daquele que é descartável. Os nossos alunos do 6º ano demonstraram muito conhecimento sobre a situação mas… os vídeos que foram apresentados conseguiram choca-los… Pensamos que estes jovens serão os educadores dos pais e avós esses sim que, segundo eles, não sabem como o plástico prejudica o ambiente.
Falou-se na política já não dos 3Rs mas sim dos 5RS. De facto, está nas nossas mãos (ou nas nossas palavras) saber dizer não, por exemplo, ao uso do saco de plástico, da palhinha, do cotonete, … e substituir… 


Esta foi também a ocasião para inaugurarmos o nosso "likómetro": o nosso medidor de satisfação dos nossos utilizadores sempre que realizamos uma atividade, em jeito de semáforo, e reutilizando plástico. Vejam como é catita!


domingo, 2 de fevereiro de 2020

DESPLASTIFICA-TE

A sustentabilidade do nosso Planeta Azul depende dos nossos hábitos… Vamos refletir sobre quanto custa ao nosso planeta a utilização da nossa garrafa de água, mesmo quando a colocamos no ecoponto… e de muitos outros gestos do nosso quotidiano.
Dia 3 teremos a ação DESPLASTIFICA-TE, dinamizada pela DECO, na nossa escola.
O cenário já está preparado!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

75 anos sobre a libertação do campo de concentração de Auschwitz… mas

OS "HOLOCAUSTOS" NÃO TERMIRARAM
No dia em que se evoca as vítimas do Holocausto (27 de janeiro) e no ano em que se assinalam os 75 anos da libertação do campo de concentração / extermínio de Auschwitz a nossa biblioteca, em colaboração com o DCSH, recordou o Holocausto da 2ª Guerra Mundial mas também os outros "holocaustos", os outros GENOCÍDIOS, perpetrados no século XX. E fomos mais além… interrogamo-nos sobre a questão de não estarem os REFUGIADOS a ser vítimas de um genocídio de forma mais ou menos dissimulada.


Uma exposição bibliográfica e fílmica; uma singela instalação sobre os símbolos colocados nas camisas dos prisioneiros dos campos de concentração durante a 2ª Guerra Mundial e um conjunto de laços de carrasco marcando alguns dos genocídios mais recentes… eis a nossa forma de, visualmente, captarmos a atenção de quem passava, por estes dias, no átrio da Biblioteca da escola sede.




Mas houve mais: no dia 24 as turmas do 9º D e 12ºB debateram a questão dos genocídios, do holocausto e dos refugiados na nossa biblioteca sobre a orientação das professoras de História Maria Manuel e Maria de Jesus.

No dia 27 foi lido, em todas as salas / turmas um texto informativo sobre o Holocausto (elaborado pelo DCSH)  e distribuídas por todo o espaço da escola rosas brancas de papel como símbolo de paz e com um mensagem de esperança. Para que a história não se repita!


AH! E até o nosso Ministro da Educação recebeu uma rosa e ouviu o nosso texto, lido pela Inês e pela Beatriz do 10º ano!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

GUI(ando) por contos, contas e porquês)...

Este é o projeto das educadoras Manuela e Graciana , colaboradoras da BE, para o pré escolar. 
Recomeçaram as atividades este período (já vão na 5ª sessão) com uma nova /antiga história: O Capuchinho Vermelho que afinal não vai visitar a avó doente mas sim dar-lhe os parabéns pelo seu aniversário. Ah! O lobo não é mau e ensina o Capuchinho a observar o mundo à sua volta: as cores, os cheiros, os sons, … O lenhador é um dos convidados da festa e no final come-se um bolo do agrado de todos...
No princípio há um livro negro gigante com duas casas. 
As personagens e paisagem vão aparecendo… e a história vai sendo construída passo a passo, ou melhor, árvore a árvore, personagem a personagem, à medida que uma voz maviosa vai narrando o que vai aparecendo...


História terminada. Livro feito! Passamos para a caixa mágica: pretexto para um jogo onde os sentidos do tato e da audição vão "substituir" o da visão. 


De olhos vendados há que identificar objetos da caixa mágica e reconhecer os colegas.


Uma manhã diferente na Biblioteca do CE da Ilha; durante a tarde a atividade continuou em sala de aula.Durante o mês A Ciana e a Manuela vão percorrer os outros JI e espalharão magia!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Novo ano, nova década: estamos em
 20  20

E que ano será este? 
    Ano de Jogos Olímpicos (Tóquio), 
        Ano Internacional do Enfermeiro e da Parteira; 
                Ano Internacional da Saúde Vegetal (Fitossanidade).
"A Organização Mundial da Saúde (OMS) designou 2020 o Ano Internacional do Enfermeiro e da Parteira. A declaração oficial foi aprovada pelos Estados-membros da OMS que participaram na 72.ª Assembleia Mundial de Saúde, realizada em Genebra, entre 20 e 28 de maio.
Esta efeméride pretende assinalar o trabalho desenvolvido pelos enfermeiras e parteiras, destacar as condições desafiadoras que muitas vezes enfrentam, bem como defender o investimento nesta área.
Enfermeiros e parteiras fornecem uma ampla gama de serviços essenciais de saúde e em todos os níveis dos cuidados de saúde.
De acordo com dados da OMS, o mundo precisa de 18 milhões de trabalhadores da saúde para alcançar e sustentar a cobertura universal de saúde até 2030, sendo que, aproximadamente metade desse número, são enfermeiros e parteiras."
in: http://www.aenfermagemeasleis.pt/2019/12/30/oms-ano-internacional-2020 
… e também porque este ano se celebra os 200 anos do nascimento de Florence Nightingale, a mulher que lançou as bases da enfermagem profissional.

"O que a memória não esquece.

Num ano redondo é tempo de celebrar a música, a coragem e o génio humanos, mas também de lamentar a bomba atómica e a Lei Seca. Nos próximos 12 meses ouviremos falar de Beethoven,do veleiro Mayflower, de Hiroxima e de Lenine" e de muito mais… 
in: Visão, nº 1399, 26/12/2019 a 1/1/2020


domingo, 22 de dezembro de 2019

Boas Festas

Um poema, já antigo, para meditar no consumismo do Natal.


Dia de Natal

(António Gedeão)



Hoje é dia de ser bom.
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,
de falar e de ouvir com mavioso tom,
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.
É dia de pensar nos outros— coitadinhos— nos que padecem,
de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria,
de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem,
de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.

Comove tanta fraternidade universal.
É só abrir o rádio e logo um coro de anjos,
como se de anjos fosse,
numa toada doce,

de violas e banjos,
Entoa gravemente um hino ao Criador.
E mal se extinguem os clamores plangentes,
a voz do locutor
anuncia o melhor dos detergentes.

De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu
e as vozes crescem num fervor patético.
(Vossa Excelência verificou a hora exata em que o Menino Jesus nasceu?
Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)

Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas.
Toda a gente se acotovela, se multiplica em gestos, esfuziante.
Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas
e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.

Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,
com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,
cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilowatts,
as belas coisas inúteis de
plástico, metal, de vidro e de cerâmica.

Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito,
ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores.
É como se tudo aquilo nos dissesse diretamente respeito,
como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.


A Oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento.

Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar.

E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento

e compra— louvado seja o Senhor!— o que nunca tinha pensado comprar.



Mas a maior felicidade é a da gente pequena.

Naquela véspera santa

a sua comoção é tanta, tanta, tanta,

que nem dorme serena.



Cada menino

abre um olhinho

na noite incerta

para ver se a aurora

já está desperta.

De manhãzinha,

salta da cama,

corre à cozinha

mesmo em pijama.



Ah!!!!!!!!!!   

Na branda macieza

da matutina luz

aguarda-o a surpresa

do Menino Jesus.



Jesus

o doce Jesus,

o mesmo que nasceu na manjedoura,

veio pôr no sapatinho

do Pedrinho

uma metralhadora.



Que alegria

reinou naquela casa em todo o santo dia!

O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas,

fuzilava tudo com devastadoras rajadas

e obrigava as criadas

a caírem no chão como se fossem mortas:

Tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.

Já está!

E fazia-as erguer para de novo matá-las.

E até mesmo a mamã e o sisudo papá

fingiam

que caíam

crivados de balas.



Dia de Confraternização Universal,

Dia de Amor, de Paz, de Felicidade,

de Sonhos e Venturas.

Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.

Glória a Deus nas Alturas.

É dia de Natal 

Bons filmes e leituras!