Esta Língua Portuguesa...
"As bibliotecas são estruturas nucleares na escola, dotadas de recursos, serviços e tecnologias, capazes de contribuir para o enriquecimento do currículo e das práticas docentes. São espaços onde se lê, se tem acesso a todo o tipo de documentos, se pesquisa, se usa informação e se exploram ambientes, recursos e técnicas de aprendizagem diversificados." (Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Quadro estratégico: 2014-2020)
terça-feira, 5 de maio de 2020
segunda-feira, 4 de maio de 2020
E Maio florido chegou...
Um novo mês se inicia e com ele uma nova rubrica da nossa biblioteca...
Vamos ouvir histórias...
CONTO CIVILIZAÇÃO from Biblioteca Escolar Guia on Vimeo.Um novo mês se inicia e com ele uma nova rubrica da nossa biblioteca...
Vamos ouvir histórias...
quinta-feira, 30 de abril de 2020
O tempo continua a girar... neste 1 de maio de 2020 serão muito diferentes as manifestações neste dia. Mas há que pensar nele e na conquista que ele representou: a jornada de 8 h dos trabalhadores.

O Dia do
Trabalhador é celebrado anualmente a 1º de Maio, sendo feriado em Portugal e em
vários países da Europa. Não é um feriado mundial, embora seja comemorado em vários
países do mundo.
A data liga-se
ao dia 1º de Maio de 1886 quando, nos EUA, mais de 500 mil trabalhadores saíram
às ruas de Chicago, numa manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada
de trabalho para oito horas. A polícia tentou dispersar os manifestantes,
ferindo e matando dezenas de operários. A 5 de maio de 1886 os operários voltaram
às ruas e registaram-se novamente feridos e centenas de prisões. A opinião
pública repudiou a ação da polícia e do Governo, assim como das entidades
patronais, e em 1889 o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris,
decretou o 1º de Maio como o Dia Internacional dos Trabalhadores. Em 1890, os
trabalhadores americanos viram a jornada de trabalho diária ser reduzida para
oito horas. Ao longo do século XX foi-se conquistando esse direito apesar de,
infelizmente, o mesmo não ser ainda uma realidade nalguns países.
Em
Portugal, festeja-se o 1º de Maio a partir de 1974, após a Revolução do 25 de
abril.
terça-feira, 28 de abril de 2020
A POESIA no 25 DE ABRIL de 1974
Poesia e música, cartazes e murais...
Muitas foram as artes que exaltaram a Revolução dos Cravos.
Muitas foram as artes que exaltaram a Revolução dos Cravos.
Dos poetas da revolução escolhemos Ary e aqui deixamos um trecho do seu poema "As Portas que Abril Abriu".
Etiquetas:
Ary dos Santos; As Portas que Abril Abriu
sábado, 25 de abril de 2020
sexta-feira, 24 de abril de 2020
REVOLUÇÃO DOS CRAVOS ou 25 de ABRIL
Portugal Ressuscitado de José Carlos Ary dos Santos.
E que dia foi esse?
"25 de Abril
Esta é a madrugada que eu
esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do
silêncio
E livres habitamos a substância
do tempo"
Sophia de Mello Breyner
Andresen, in 'O Nome das Coisas'
terça-feira, 14 de abril de 2020
Estar informado… e continuar a ler!
Já aqui deixamos, em outro dia, a indicação de um livro sobre a atual pandemia. Aqui fica um outro para, à medida que lês, também entenderes melhor esta doença e como devemos agir perante ela! Esta avó teve um comportamento exemplar!
Para leres este livro basta clicares neste link: https://yadi.sk/d/J1eMrkjdZSMsqwsegunda-feira, 13 de abril de 2020
A caminho do final do ano letivo… e que caminho!
Iniciamos hoje o 3º período! Tantas novidades nos esperam nas próximas semanas (ou meses…).
Vamos acreditar que tudo vai ficar bem… mas conscientes que muito vai mudar na vida de todos nós!
A Biblioteca continua presente… também se vai adaptar, como já afirmamos.
Deixamos aqui uma mensagem que gostaríamos que fosse de união, esperança, querer...
Iniciamos hoje o 3º período! Tantas novidades nos esperam nas próximas semanas (ou meses…).
Vamos acreditar que tudo vai ficar bem… mas conscientes que muito vai mudar na vida de todos nós!
A Biblioteca continua presente… também se vai adaptar, como já afirmamos.
Deixamos aqui uma mensagem que gostaríamos que fosse de união, esperança, querer...
sexta-feira, 10 de abril de 2020
QUANDO A MINHA ESCOLA ABRIR...
Pois... ficamos ontem a saber que a maior parte de nós não irá, fisicamente, à escola mas todos estamos lá, virtualmente.
Deixamos aqui um um livro em PDF para vos ajudar a passar um pouco o tempo e continuarem a ter muito cuidado! (só têm de clicar no endereço abaixo). Até podem fazer Download do livro!
Obrigada Catarina por nos teres dado a sugestão!
quinta-feira, 9 de abril de 2020
A Biblioteca Escolar continua convosco!
Então vamos fazer uma birra?
Não... que o tempo é de amizade e cooperação e não de birras!
Mas, para os nossos utilizadores mais pequeninos tínhamos pensado num livro muito engraçado. E se não estamos juntos mas podemos estar ligados aqui vai:
Explicação:
Este nosso blogue era, sobretudo, uma partilha das atividades que vocês iam fazendo com ou na Biblioteca. Tínhamos, nos separadores, outras funções: livros, dicas ,... Os tempos agora estão um pouquinho (muito!) diferentes e vamos começar a colocar outros conteúdos mesmo aqui no corpo do blogue. Todavia, não se esqueçam de visitar as páginas (separadores) onde, certamente, também irão aparecer elementos novos.
Cuidem-se e visitem-nos as vezes que quiserem... Estamos sempre cá! Ou no Facebook:
http://www.facebook.com/pages/Biblioteca-Escolar-do-Agrupamento-de-Escolas-da-Guia/505882529425104
http://www.facebook.com/pages/Biblioteca-Escolar-do-Agrupamento-de-Escolas-da-Guia/505882529425104
Então vamos fazer uma birra?
Não... que o tempo é de amizade e cooperação e não de birras!
Mas, para os nossos utilizadores mais pequeninos tínhamos pensado num livro muito engraçado. E se não estamos juntos mas podemos estar ligados aqui vai:
O texto é de Tom Jamieson, um australiano a viver em Londres.
A ilustradora é a russa Olga Demidova.
A edição portuguesa é de 2018 da Jacarandá.
E o contador é o André Madaleno.
O André é um escritor e contador de histórias fabuloso. Um dia, "quando estivermos todos bem", vamos pedir-lhe que nos dê o prazer da sua visita com o seu "O Livro com fome".
Por enquanto pedimos-lhe só a permissão para partilhar a leitura de A Grande Birra . Vamos ver e ouvir?
quinta-feira, 2 de abril de 2020
terça-feira, 31 de março de 2020
Astérix: uma obra para além dos seus criadores.
"Estamos
no ano 50 antes de Cristo. Toda a Gália foi ocupada pelos romanos... Toda? Não!
Uma aldeia povoada por irredutíveis gauleses ainda resiste ao invasor. E a vida
não é nada fácil para as guarnições de legionários romanos nos campos
fortificados de Babaorum, Aquarium, Laudanum e Petibonum..."
É assim que se iniciam todos os livros da série Astérix… Uma obra emblemática da banda desenhada francesa iniciada por Goscinny e Uderzo e continuada por Jean-Yves Ferri e Didier Conrad
https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Uderzo
https://www.publico.pt/2020/03/24/culturaipsilon/noticia/morrer-morre-1909264
Curiosidade...
"Estamos
no ano 50 antes de Cristo. Toda a Gália foi ocupada pelos romanos... Toda? Não!
Uma aldeia povoada por irredutíveis gauleses ainda resiste ao invasor. E a vida
não é nada fácil para as guarnições de legionários romanos nos campos
fortificados de Babaorum, Aquarium, Laudanum e Petibonum..." É assim que se iniciam todos os livros da série Astérix… Uma obra emblemática da banda desenhada francesa iniciada por Goscinny e Uderzo e continuada por Jean-Yves Ferri e Didier Conrad
Uderzo conheceu Goscinny em 1951.
Tornaram-se grandes amigos, e em 1952 decidiram trabalhar juntos na delegação
de Paris da empresa belga World Press. Os seus primeiros trabalhos foram
Oumpah-pah, Jehan Pistolet e Luc. Em 1959, Goscinny tornou-se
editor e Uderzo diretor artístico da revista de banda desenhada para crianças Pilote criada em 29 de outubro. A
primeira edição da revista publicou, pela primeira vez, a série Astérix a qual
se tornou um êxito em França. A partir de 1961, após dois anos a serem
publicadas na revista Pilote, as
histórias foram publicadas, individualmente, livro – o primeiro, intitulado Astérix,
o Gaulês.
Em 1967, depois do êxito do
primeiro livro, os autores decidiram dedicar-se apenas a essa série.
Goscinny morreu, apenas com 51
anos, em 1977. Uderzo continuou a ilustrar os livros da série (a uma média de 1
álbum a cada três /cinco anos, em contrapartida aos dois livros, por ano, em
vida de Goscinny). A autoria dos livros continuou sempre a indicar Goscinny e
Uderzo. Em 2011 Uderzo anunciou a sua reforma.

Astérix entre os Pictos (2013)
O Papiro de César (2015)
Astérix e a Transitálica (2017)
A filha de Vercingétorix (2019)
Dois anos depois, dois outros
artistas,
Jean-Yves Ferri e Didier Conrad,
dão continuidade aos álbuns de Astérix.

Astérix entre os Pictos (2013)
O Papiro de César (2015)
Astérix e a Transitálica (2017)
A filha de Vercingétorix (2019)
Terça-feira, 24 de março,
com 92 anos faleceu Uderzo…
Mas o legado ficou… e a saga dos
gauleses continua!!!
Fontes:
http://www.quero.pt/autores/24-de-marco-de-2020-falecimento-de-albert-uderzo/ https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Uderzo
https://www.publico.pt/2020/03/24/culturaipsilon/noticia/morrer-morre-1909264
Curiosidade...
É uma página real… de um álbum do Astérix de 2017. Coronavírus é um vilão romano. Será que os gauleses o vencem? E que tal ler
É o desafio!
segunda-feira, 16 de março de 2020
Não são precisos comentários, nem explicações!
A prova intermunicipal em Leiria foi cancelada e, agora, também a prova final em Oeiras.
Vamos continuar a ler… a ser muito bons leitores e, dentro do possível, aproveitar os livros que andam por aí em casa ou aqueles que podemos ir buscar à Net. Iremos recomendar alguns sites!
domingo, 15 de março de 2020
Se eu fosse um livro...
O desafio era: continuar a instalação iniciada no MIBE onde sob o tema Vamos imagina; nessa altura imaginamos que o nosso mundo era um ninho e recheamo-lo de palavras insertas em folhas.
Agora havia que a completar: o Secundário decorava ovos com os Direitos do Leitor (Daniel Pennac); o 3º ciclo colocaria os Deveres do Leitor em coloridas borboletas, o 2º ciclo decoraria elos de uma lagarta que, unida, diria o tipo de livros que mais gosta e, finalmente, o 1º ciclo faria também ovos com o nome dos seus livros e autores preferidos. Todos explicariam os motivos / argumentos das suas escolhas. E assim, de maneira simples, todos podem participar sem grande dispêndio para as atividades curriculares ou… mesmo fazendo a ligação com as mesmas.
Gedeão à Solta...
E a Lágrima de Preta percorreu vários espaços… A Lara, o Rodolfo e o Bernardo (ensaiados pela Prof. Irene Paquim) foram à Direção, a salas de aula, ao Bar, ao ATL e à Sala de Professores. Demonstraram que a articulação entre ciência, a arte da escrita e da música podem ser um exercício de cidadania. Obrigada aos alunos e à professora. Obrigada aos espetadores.
Havia mais duas iniciativas do género com os alunos do Secundário que, por motivos pessoais, não se realizaram nesta semana. Mas... não ficam esquecidos. A eles e à Prof. Olga os nossos agradecimentos, apesar de tudo.
quinta-feira, 12 de março de 2020
Gedeão: poeta e cientista
Esta é a nossa pequena exposição com alguns poemas de António Gedeão. Tubos de ensaio misturam-se com relógios e camélias para ilustrar 6 poemas da sua extensa obra. Veremos se durante os próximos dias alguns destes poemas saltitarão de sala em sala!
Deixamos aqui um poema para atrair à visita:
Lágrima de preta
Encontrei
uma preta
que
estava a chorar,
pedi-lhe
uma lágrima
para
a analisar.
Recolhi
a lágrima
com
todo o cuidado
num
tubo de ensaio
bem
esterilizado.
Olhei-a
de um lado,
do
outro e de frente:
tinha
um ar de gota
muito
transparente.
A Lara, o Bernardo e o Rodolfo percorreram alguns espaços da nossa escola dando a conhecer este belíssimo poema de Gedeão. Obrigada aos alunos e à professora Irene Paquim que os ensaiou! |
Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:
Nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.
|
Etiquetas:
Poesia; António Gedeão; lágrima de preta
À Conversa com... Lara Xavier
Na sexta feira passada , dando continuidade às atividades da Semana da Leitura, tivemos entre nós (na Ilha e na Mata Mourisca ) a escritora Lara Xavier. Foram momentos fantásticos: diversão, suspense e muita, muita ternura. Os meninos adoraram sobretudo a história de O Esquilo que perdeu o rabo… A interação foi maravilhosa! Os meninos do JI do Grou também vieram assistir e alguns pais e mães também. Gostávamos tanto de repetir!
Obrigada Lara pela sua simpatia!
Obrigada Sr. Paulo pelo seu empenho!
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















