"As bibliotecas são estruturas nucleares na escola, dotadas de recursos, serviços e tecnologias, capazes de contribuir para o enriquecimento do currículo e das práticas docentes. São espaços onde se lê, se tem acesso a todo o tipo de documentos, se pesquisa, se usa informação e se exploram ambientes, recursos e técnicas de aprendizagem diversificados." (Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Quadro estratégico: 2014-2020)
quinta-feira, 19 de abril de 2018
Como prometido aqui fica o resultado...
Após o questionário e tratados os resultados apurou-se:
... além dos conhecimentos que acabaram por se adquirir... pois na pesquisa teve de dar-se muitas pistas... ensinar a "olhar, a Biblioteca ficou satisfeita porque... deu a conhecer o seu blogue que alguns dos participantes desconheciam!
Obrigada Professora Maria João por esta oportunidade!
segunda-feira, 9 de abril de 2018
100 anos
Faz hoje 100 anos que o sangue português ficou derramado, em larga escala, nos campos franceses...
A História faz-se de grandes feitos e... de grandes derrotas.
La Lys - madrugada de 8 para 9 de abril de 1918- por terras de França, numa guerra que não compreendiam bem (será que alguém entende uma guerra?) mais de 400 portugueses sucumbiram; centenas de outros sobreviveram: estropiados, gaseados, loucos ou, simplesmente, apáticos... muitos foram feitos prisioneiros. A maioria regressou a Portugal mas outros "perderam-se" por França.
Créditos: DR
Breve apresentação da 1ª Guerra Mundial (1914-18)
quarta-feira, 4 de abril de 2018
Dia do Livro Infantil
Celebra-se a 2 de abril (dia do nascimento de Hans Christian Andersen, em 1805) o DIA DO LIVRO INFANTIL pretendendo chamar a atenção para a importância do livro e da leitura desde a infância; formar leitores antes mesmo que estes aprendam a ler, convencionalmente.
O cartaz português deste ano é da autoria de Fátima Afonso.
Apela para o imaginário...
... para a calma do ato de ler...
... para a leitura como companhia...

A nível internacional o cartaz que homenageia este dia é da autoria do letão Reinis Petersons.
Um hino à diversidade;
à multiculturalidade
e, obviamente,
ao imaginário!
domingo, 25 de março de 2018
Era uma vez... por terras da Guia.
No dia da Jornada Cultural convidamos uma filha da terra - Cidália Rodrigues - para nos vir falar desse passado do Casal dos Franceses.
Deixamos aqui parte do texto introdutório da sua apresentação e a promessa de voltarmos a estar com ela para saber mais do passado para melhor compreender este presente. Eis o interesse da História.
Era uma vez... Assim começam muitas histórias de encantar. E a história da nossa terra também tem o encanto de centenas de anos vividos, de milhares de pessoas anónimas construindo o que hoje é o presente.
No dia da Jornada Cultural convidamos uma filha da terra - Cidália Rodrigues - para nos vir falar desse passado do Casal dos Franceses.
Deixamos aqui parte do texto introdutório da sua apresentação e a promessa de voltarmos a estar com ela para saber mais do passado para melhor compreender este presente. Eis o interesse da História.
"Era uma vez…pelas terras da Guia
Para contar uma história
Que poderia ter começado assim…
Caso tivesse nascido por magia.
Mas, naturalmente não terá sido.
A minha imaginação leva-me a um começo diferente."
Esta “bota” que representa a área
geográfica da freguesia da Guia (Vila da Guia), leva-me para um mundo de reis e
vassalos, de guerras e batalhas, de viajantes e emigrantes, de marquês e
aventureiros, que desbravaram os mares, os baldios e colinas, na procura de
encontrarem, riqueza, talvez um tesouro escondido em tempos muitos antigos, de
romanos ou mouros ou ainda de homens que do norte da Europa vieram. A “bota” aqui representada terá
sido desenhada para ser habitada.
Quem teriam sido os primeiros
aventureiros que aqui se fixaram?
Reis, nobres, condes, homens e
mulheres, pobres, escravos, estrangeiros. Um mar de gente de que não conheço o
rosto. Mas, os que foram, aqui deixaram o gosto. Passaram-se muitos anos e o
que aqui ficou foi um marco de fé, escritos em latim, documentos preciosos que
relatam toda a história que começou mais ou menos assim:
Um dia uma comunidade de Franceses
decidiu-se fixar no lugar que hoje chamamos Guia, esse dia terá sido há 680
anos. Por falta de documentação não é possível precisar a data, mas, naquela
época fixaram-se em Portugal muitas comunidades e os franceses da região da
Bretanha, também constam como comunidades que se fixaram em Portugal.
Num documento antigo,que às minhas mãos apareceu, data de 1620, relata que, no lugar dos Franceses cercado pelo Seixo,
Casal da Serra e Outeiro Martinho, foi erguida uma pequena ermida, cujas
paredes foram erigidas com blocos de terra amassada e secos ao sol, construídos
pelos pobres residentes e os mesmos mandaram construir uma escultura em pedra onde
foi esculpida de uma pequena imagem a que se lhe deu o nome de Nossa Senhora da
Guia." Cidália Rodrigues
Esta imagem, muito rústica, fará, em breve, 400 anos.
Que boa altura de homenagear a nossa terra que, por esses anos deixou de ser Casal dos franceses para passar a ser conhecida por Guia...
Lendas e estórias há muitas e variadas: vamos descobrir e construir a HISTÓRIA do sítio onde nascemos, vivemos ou estudamos: o desafio fica lançado!
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